“Pense em como lemos os pensamentos daqueles mais próximos de nós, em momentos em que as palavras não vão adiantar nada. Olhamos suas faces, e embora elas não façam qualquer esforço para demonstrar as emoções, podemos lê-las da mesma maneira, através dos menores sinais."
(Roger Ebert em um resenha sobre o filme "A Liberdade é Azul")
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