domingo, 23 de março de 2014

OSHO

Primeiro fique sozinho.

Primeiro comece a se divertir sozinho.

Primeiro ame a si mesmo.

Primeiro seja tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraídos para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão -felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.

************* OSHO *************

Airton Tadeu Avinash....

quarta-feira, 12 de março de 2014

Relacionamentos

"Muitas pessoas têm relatado dificuldades com seus relacionamentos...
Então, algumas reflexões sobre o assunto:

Estamos num momento de profundas resoluções e mudanças no que se refere ao que conhecíamos como "amor", "alma gêmea", “casamento”, "felizes para sempre".

As pessoas estão sendo convidadas a se tornarem inteiras e auto-suficientes. Isto não significa deixar de se relacionar, mas sim a necessidade de realizar o grande "casamento" dentro de si mesmas para só então relacionar-se integralmente com alguém que também tenha realizado o "casamento" interno.
Como humanidade, vivemos éons na ilusão da separatividade e vivíamos em busca de algo que nos completasse. O que conhecíamos como a grande fusão – unidade - era o encontro sexual, a oportunidade conhecida de estarmos inteiros. Esta ilusão fez com que buscássemos nos relacionamentos a completude que sabíamos ser necessária ao nosso crescimento. Nesta desenfreada busca de completude acabamos nos relacionando com outros seres que também estavam nesta busca, na mesma frequência vibracional, também “incompleto”; mas como ninguém é capaz de “preencher” ou “unificar” outro ser, muitos relacionamentos acabam em decepção e frustração.
Neste ponto entram os medos, as carências, as acomodações e o aprisionamento no velho padrão e na condição “kármica”, lei que só é válida para os que não despertam.
Muitos casais estão preferindo permanecer juntos, arrumando mil desculpas para justificar a falta de coragem de realizar mudanças.
O momento planetário está nos proporcionando a oportunidade de evolução, de retorno à Fonte, à consciência da UNIDADE; algo dentro de nós impele a que busquemos esta condição, que é nossa por natureza. Isso implica em olhar sinceramente para os relacionamentos que criamos e ter a coragem de realizar as mudanças necessárias.
Desapegar, deixar ir, entregar! Se necessário, romper, libertar!!!
E a partir deste ponto investir plena e seriamente no relacionamento consigo mesmo!
É necessário passar pela etapa da solitude, o grande Rito de Passagem para a completude! Amar a si mesmo, bastar-se a si mesmo, “casar” consigo mesmo! Voltar a conectar-se com a Fonte infinita de AMOR, sempre disponível!
A partir deste casamento Sagrado, as relações mudam, se refinam! Dois inteiros se encontram e compartilham o caminho, mas o “alimento” não vem do outro e sim da Fonte!
Este sim é o relacionamento que cria mundos!!!
O Universo está conspirando... Você se inspira?"

Tania Ramalho Ayakan